Célula da <em>Transtejo</em> lança boletim
Em mais um número do seu boletim O Cacilheiro Vermelho, a célula do Partido na Transtejo denuncia as consequências para os trabalhadores da empresa da fusão com a Soflusa. «Em Junho, a Transtejo deu mais uma vez prova de total insensibilidade humana com cerca de uma dezena de trabalhadores contratados a prazo que, em plena época de necessidade de reforço de mão-de-obra por motivo de férias, receberam cartas de rescisão e foram para o desemprego», acusa-se no boletim.
Esta decisão da empresa, considera a célula, «atirou para o desemprego jovens marinheiros que deram provas de competência durante todo o tempo que estiveram ao serviço».
O PCP rejeita a hipótese de a Transtejo recorrer a empresas de out-sourcing para preencher os postos de trabalho que ficaram vagos. «Com esta medida, os novos trabalhadores ganham menos e têm menos direitos do que os trabalhadores anteriormente contratados», afirma a célula.
Noutro ponto do boletim, os comunistas da Transtejo realçam que vale a pena lutar e dão o exemplo da luta dos trabalhadores da empresa pela aproximação dos salários e dos prémios de assiduidade aos praticados na Soflusa. De uma proposta que pretendia atribuir um «irrisório aumento do prémio de assiduidade de apenas 10 euros», o PCP destaca a cedência da administração que, face à luta, teve que aceitar o aumento do prémio em 35 euros e a garantia, por escrito, da sua equiparação até ao fim de 2007.
Esta decisão da empresa, considera a célula, «atirou para o desemprego jovens marinheiros que deram provas de competência durante todo o tempo que estiveram ao serviço».
O PCP rejeita a hipótese de a Transtejo recorrer a empresas de out-sourcing para preencher os postos de trabalho que ficaram vagos. «Com esta medida, os novos trabalhadores ganham menos e têm menos direitos do que os trabalhadores anteriormente contratados», afirma a célula.
Noutro ponto do boletim, os comunistas da Transtejo realçam que vale a pena lutar e dão o exemplo da luta dos trabalhadores da empresa pela aproximação dos salários e dos prémios de assiduidade aos praticados na Soflusa. De uma proposta que pretendia atribuir um «irrisório aumento do prémio de assiduidade de apenas 10 euros», o PCP destaca a cedência da administração que, face à luta, teve que aceitar o aumento do prémio em 35 euros e a garantia, por escrito, da sua equiparação até ao fim de 2007.